Por Isabelle Moreira Lima
Você aceitaria um tinto produzido na região cafeeira de São Paulo ou de Minas Gerais com o mesmo entusiasmo que receberia um Syrah do Vale do Rhône? Bebericaria um espumante da Chapada Diamantina com a alegria de tomar um Champagne? Se sorver essas taças lhe parece roubada, sugiro despir-se do preconceito e pagar para ver. O mapa do vinho brasileiro está se expandindo e promete boas surpresas.




